Apostilas para concursos 2017

34.697 Questões

17.066 vagas em concursos

 

 

Domingo, 19 de Novembro de 2017.

IDIB | Níveis Fundamental, Médio e Superior de Escolaridade

» Prefeitura de Senador Sá (CE) abre concurso para 79 vagas

 

CONSCAM | Níveis Médio e Superior

» Prefeitura de Tapiraí (SP) abre concurso para 4 vagas

SC Concursos | Níveis Fundamental, Médio e Superior

» Prefeitura de Vista Gaúcha (RS) abre concurso para 29 vagas

NC-UFPR | Níveis Fundamental, Médio e Superior

» Prefeitura de Araucária (PR) abre concurso para 76 vagas

 

Concursos da Vunesp

IADES | Níveis Médio e Superior| Salários de até R$ 4.903,05

» Correios abrem concurso para 88 vagas

 

Material de estudo para concursos

 

Enem teoria e exercícios

 

Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM)-EXAME NACIONAL DE ENSINO MÉDIO - ENEM ( 4 Volumes )
Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM)
EXAME NACIONAL DE ENSINO MÉDIO - ENEM ( 4 Volumes )

 

Material de estudo para concursos

 

Enem teoria e exercícios

 

Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM)-EXAME NACIONAL DE ENSINO MÉDIO - ENEM ( 4 Volumes )
Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM)
EXAME NACIONAL DE ENSINO MÉDIO - ENEM ( 4 Volumes )

 

 

 

 

treinamento com questões de raciocínio lógico

Questões de Filosofia 2017

 

 

Questões para Praticar

 

» Para um melhor aproveitamento - resolva as questões - anote sua altenativa e depois confira os gabaritos.

» Para interagir com as questões - utilize - FireFox ou Chrome.

 

 

 

É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer.

Aristóteles

 

 

 

Ano: 2017 CESPE UnB    Polícia Judiciária do Estado de Mato Grosso (PJC MT) Nível Superior  Prova: Delegado de Polícia  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q33583


 

      José, taxista, passa por dificuldades financeiras. Seu pai, doente, requer tratamento que a família não pode custear. Certo dia, tendo constatado que a mala esquecida por um passageiro em seu táxi estava repleta de dinheiro, José vislumbrou a possibilidade de ficar com o dinheiro e utilizá-lo no tratamento de seu pai. Após muito refletir, José chegou à conclusão de que o correto seria devolver o dinheiro a seu proprietário e levou a mala com o dinheiro à delegacia de polícia.



Nessa situação hipotética, a atitude de José de devolver o dinheiro

 

a)  remete à noção de justiça distributiva proposta por Aristóteles: a recompensa a cada indivíduo deve ser proporcional aos seus próprios méritos. 

 

 

b)  refuta o valor da ação política proposta por Arendt: os atos individuais, coordenados aos dos outros membros da sociedade, têm potencial de transformação social. 

 

 

c)  alinha-se ao pensamento kelseniano: o plano do dever ser é de natureza normativa e, nele, direito e moral se confundem.

 

 

d)  corrobora a assertiva hobbesiana: toda ação humana voluntária é determinada pelas emoções, que incluem o egoísmo como destaque. 

 

 

e)  atende ao imperativo categórico kantiano: as escolhas que guiam as ações humanas devem seguir princípios universalizáveis.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2017 CESPE UnB    Polícia Judiciária do Estado de Mato Grosso (PJC MT) Nível Superior  Prova: Delegado de Polícia  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q33582


 

      Um delegado de polícia descobriu uma quadrilha de tráfico internacional de pessoas cujos elementos perpetravam, comumente, ações cruéis, inclusive contra mulheres e crianças. Preso, o líder da associação criminosa recusou-se a declarar o paradeiro das pessoas sequestradas e escravizadas. Na ocasião, o delegado usou força física contra o criminoso, a fim de obter as informações necessárias para resgatar as vítimas.

Com referência a essa situação hipotética, analise as asserções a seguir.

I De acordo com preceitos do campo ético, o delegado agiu equivocadamente, pois a sua ação para com o criminoso não obedeceu ao princípio da moralidade.

II O agir moral, segundo princípios da ética moderna, traduz uma máxima que deve ser necessariamente universalizável.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

 

a)  As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.

 

 

b)  As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

 

 

c)  A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.

 

 

d)  A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

 

 

e)  As asserções I e II são proposições falsas.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2017 CESPE UnB    Polícia Judiciária do Estado de Mato Grosso (PJC MT) Nível Superior  Prova: Delegado de Polícia  Filosofia Ética e Liberdade, Conceitos Filosóficos

 

prancheta

 

 

 


Q33581


 

      Em dezembro de 2014, o prefeito de determinado município brasileiro recebeu do proprietário de um supermercado local, a título de presente de Natal, uma caixa de garrafas de champanhe francês, cujo valor total ultrapassava os R$ 20 mil. No entanto, no início do ano seguinte, o empresário, fazendo menção ao regalo, solicitou que o prefeito intercedesse em seu favor em disputa judicial cujo objeto era um terreno público no qual havia construído um galpão para a armazenagem de produtos.



Nessa situação hipotética, do ponto de vista ético, a atitude do prefeito em aceitar o presente

 

a)  foi condenável: o prefeito, ao receber o presente, comprometeu a lisura e a transparência, fundamentais aos atos da administração pública.

 

 

b)  só seria condenável se o prefeito intercedesse judicialmente em favor do empresário e a decisão judicial fosse benéfica ao interessado: o simples recebimento de presentes não é crime típico.

 

 

c)  não foi condenável: o Estado, ao enaltecer a confiança entre os membros da sociedade, considera a lealdade entre eles um valor superior e um fim moral.

 

 

d)  não foi condenável: mesmo aceitando o presente do empresário, o prefeito tem como compromisso atender às solicitações da comunidade em geral, desde que elas não sejam públicas.

 

 

e)  só seria condenável se o prefeito aceitasse interceder pelo empresário na disputa judicial: o recebimento de presentes e valores, por si só, não é crime típico.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2017 CESPE UnB    Polícia Judiciária do Estado de Mato Grosso (PJC MT) Nível Superior  Prova: Delegado de Polícia  Filosofia Ética e Liberdade, Conceitos Filosóficos

 

prancheta

 

 

 


Q33580


 

Pesquisas mostram que, no Brasil, ocorre, em média, um linchamento a cada dia; calcula-se que, nos últimos sessenta anos, um milhão de brasileiros participaram de atos dessa natureza. Sob a perspectiva da ética, é correto afirmar que a prática do linchamento 

 

a)  deve ser superada mediante o estabelecimento, pelo poder político, de retribuição equivalente ao ato.

 

 

b)  deve ser tema de discussão de caráter educacional, com vistas à compreensão coletiva acerca de condutas sociais inadequadas.

 

 

c)  é legitimada pela teoria contratualista do século XVII, que considera o impulso de vingança inerente ao ser humano.

 

 

d)  é um ato eticamente aceitável: recorre-se a ele para atingir um fim legítimo, isto é, a reparação de injustiças.

 

 

e)  é juridicamente legitimada, por ser um costume arraigado na cultura brasileira desde o período colonial.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2017 CESPE UnB    Polícia Judiciária do Estado de Mato Grosso (PJC MT) Nível Superior  Prova: Delegado de Polícia  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q33579


 

      Um episódio ocorrido na Copa do Mundo de futebol de 2014 causou espanto na sociedade brasileira. Os torcedores japoneses, após uma partida de sua seleção, coletaram e ensacaram o lixo por eles produzido na arquibancada durante o jogo.

Considerando-se os fundamentos sociais da ética, a atitude dos torcedores japoneses acima descrita

 

a)  reflete o entendimento acerca da condição humana conforme o qual o homem se reconhece como indivíduo autônomo e livre, que não necessita da sociedade.

 

 

b)  remete ao modelo grego de comunidade política, segundo o qual o bem alcançado pela coletividade afeta positivamente todos os indivíduos. 

 

 

c)  comprova a falibilidade da vontade geral, noção proposta por Rousseau para descrever a soma das vontades particulares com vistas ao interesse comum. 

 

 

d)  corrobora, simbolicamente, o pensamento de Nietzsche ao questionar a moral tradicional, baseada na compaixão e no igualitarismo.

 

 

e)  ratifica os pressupostos hobbesianos, segundo os quais os interesses de determinados indivíduos se sobrepõem aos interesses coletivos.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2017 FUNDEP    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais (UFVJM) Nível Superior  Prova: Técnicos em Assuntos Educacionais  Filosofia A Política

 

prancheta

 

 

 


Q26865


 

Chauí (2003) considera a definição de universidade como instituição social, diferenciando-a de uma organização prestadora de serviços.

Com base nas ideias da autora sobre essa definição, é incorreto afirmar:

 

a)  Para a instituição, o seu princípio e sua referência normativa e valorativa são a sociedade.

 

 

b)  Na universidade, enquanto instituição social, a marca essencial da docência deve ser a formação. 

 

 

c)  A universidade, além da vocação republicana, tornou-se também uma instituição social indissociável da ideia de democracia e de democratização do saber, a partir do século XX.  

 

 

d)  Apermanência de uma instituição social necessita muito mais de sua capacidade de adaptar-se rapidamente a mudanças aceleradas da superfície do “meio ambiente” e muito pouco de sua estrutura interna.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2017 FUNDEP    Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPE MG) Nível Superior  Prova: Promotor de Justiça Substituto  Filosofia Hermenêutica Jurídica

 

prancheta

 

 

 


Q24906


 

Quanto à teoria do conhecimento constitucional, e mais especificamente da ontologia das regras constitucionais, observe:

I. As regras de direito constitucional integram a constituição escrita, rígida e dotada de supremacia. São regras-gênero, das quais derivam as regras ônticas, as regras técnicas e as regras deônticas.

II. As regras constitucionais ônticas são aquelas que criam e estruturam o ser constitucional e, portanto, qualificadas como diretas e posteriores à ação.

III. As regras técnicas definem procedimentos ou meios necessários para alcançar os fins propostos. A regra de competência se inclui entre as regras técnicas.

IV. Regras deônticas exprimem modais de obrigação, permissão ou proibição. São necessariamente normas jurídicoconstitucionais, pois definem direitos e obrigações das pessoas e entidades e disciplinam o comportamento ético dos sujeitos.

A partir das proposições acima, assinale a opção com as alternativas INCORRETAS:

 

 

a)  I e II.

 

 

b)  III e IV.

 

 

c)  I e IV.

 

 

d)  II e III.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Nível Médio  Prova: Primeiro e Segundo Dia  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q25559


 


       Não estou mais pensando como costumava pensar. Percebo isso de modo mais acentuado quando estou lendo. Mergulhar num livro, ou num longo artigo, costumava ser fácil. Isso raramente ocorre atualmente. Agora minha atenção começa a divagar depois de duas ou três páginas. Creio que sei o que está acontecendo. Por mais de uma década venho passando mais tempo on-line, procurando e surfando e algumas vezes acrescentando informação à grande biblioteca da internet. A internet tem sido uma dádiva para um escritor como eu. Pesquisas que antes exigiam dias de procura em jornais ou na biblioteca agora podem ser feitas em minutos. Como disse o teórico da comunicação Marshall McLuhan nos anos 60, a mídia não é apenas um canal passivo para o tráfego de informação. Ela fornece a matéria, mas também molda o processo de pensamento. E o que a net parece fazer é pulverizar minha capacidade de concentração e contemplação.

CARR, N. Is Google making us stupid? Disponível em: www.theatlantic.com. Acesso em: 17 fev. 2013 (adaptado).

Em relação à internet, a perspectiva defendida pelo autor ressalta um paradoxo que se caracteriza por

 

a)  associar uma experiência superficial à abundância de informações. 

 

 

b)  condicionar uma capacidade individual à desorganização da rede.

 

 

c)  agregar uma tendência contemporânea à aceleração do tempo. 

 

 

d)  aproximar uma mídia inovadora à passividade da recepção. 

 

 

e)  equiparar uma ferramenta digital à tecnologia analógica. 

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Nível Médio  Prova: Primeiro e Segundo Dia  Filosofia Conceitos Filosóficos, Filosofia da Cultura

 

prancheta

 

 

 


Q25558


 

      Vi os homens sumirem-se numa grande tristeza. Os melhores cansaram-se das suas obras. Proclamou-se uma doutrina e com ela circulou uma crença: Tudo é oco, tudo é igual, tudo passou! O nosso trabalho foi inútil; o nosso vinho tornou-se veneno; o mau olhado amareleceu-nos os campos e os corações. Secamos de todo, e se caísse fogo em cima de nós, as nossas cinzas voariam em pó. Sim; cansamos o próprio fogo. Todas as fontes secaram para nós, e o mar retirou-se. Todos os solos se querem abrir, mas os abismos não nos querem tragar!

                                   NIETZSCHE, F Assim falou Zaratustra. Rio de Janeiro: Ediouro, 1977.

O texto exprime uma construção alegórica, que traduz um entendimento da doutrina niilista, uma vez que 

 

 

a)  reforça a liberdade do cidadão. 

 

 

b)  desvela os valores do cotidiano. 

 

 

c)  exorta as relações de produção. 

 

 

d)  destaca a decadência da cultura.

 

 

e)  amplifica o sentimento de ansiedade.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Nível Médio  Prova: Primeiro e Segundo Dia  Filosofia Conceitos Filosóficos

 

prancheta

 

 

 


Q25557


 

      Pirro afirmava que nada é nobre nem vergonhoso, justo ou injusto; e que, da mesma maneira, nada existe do ponto de vista da verdade; que os homens agem apenas segundo a lei e o costume, nada sendo mais isto do que aquilo. Ele levou uma vida de acordo com esta doutrina, nada procurando evitar e não se desviando do que quer que fosse, suportando tudo, carroças, por exemplo, precipícios, cães, nada deixando ao arbítrio dos sentidos.

LAÉRCIO, D. Vidas e sentenças dos filósofos ilustres. Brasília: Editora UnB, 1988.

O ceticismo, conforme sugerido no texto, caracteriza-se por:

 

 

a)  Desprezar quaisquer convenções e obrigações da sociedade.

 

 

b)  Atingir o verdadeiro prazer como o princípio e o fim da vida feliz.

 

 

c)  Defender a indiferença e a impossibilidade de obter alguma certeza.

 

 

d)  Aceitar o determinismo e ocupar-se com a esperança transcendente.

 

 

e)  Agir de forma virtuosa e sábia a fim de enaltecer o homem bom e belo.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Nível Médio  Prova: Primeiro e Segundo Dia  Filosofia Filosofia e a Grécia Antiga, Os Pré-Socráticos

 

prancheta

 

 

 


Q25556


» Texto Associado

 

Os fragmentos do pensamento pré-socrático expõem uma oposição que se insere no campo das 

 

a)  investigações do pensamento sistemático. 

 

 

b)  preocupações do período mitológico. 

 

 

c)  discussões de base ontológica. 

 

 

d)  habilidades da retórica sofística. 

 

 

e)  verdades do mundo sensível.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Nível Médio  Prova: Primeiro e Segundo Dia  Filosofia Conceitos Filosóficos

 

prancheta

 

 

 


Q25555


 



      Nunca nos tornaremos matemáticos, por exemplo, embora nossa memória possua todas as demonstrações feitas por outros, se nosso espírito não for capaz de resolver toda espécie de problemas; não nos tornaríamos filósofos, por ter lido todos os raciocínios de Platão e Aristóteles, sem poder formular um juízo sólido sobre o que nos é proposto. Assim, de fato, pareceríamos ter aprendido, não ciências, mas histórias.

DESCARTES, R. Regras para a orientação do espírito. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

Em sua busca pelo saber verdadeiro, o autor considera o conhecimento, de modo crítico, como resultado da 

 

 

a)  investigação de natureza empírica. 

 

 

b)  retomada da tradição intelectual. 

 

 

c)  imposição de valores ortodoxos. 

 

 

d)  autonomia do sujeito pensante. 

 

 

e)  liberdade do agente moral. 

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Nível Médio  Prova: Primeiro e Segundo Dia  Filosofia Conceitos Filosóficos

 

prancheta

 

 

 


Q25554


 

Ser ou não ser — eis a questão.

Morrer — dormir — Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!

Os sonhos que hão de vir no sono da morte

Quando tivermos escapado ao tumulto vital

Nos obrigam a hesitar: e é essa a reflexão

Que dá à desventura uma vida tão longa.

SHAKESPEARE, W Hamlet. Porto Alegre: L&PM, 2007.

Este solilóquio pode ser considerado um precursor do existencialismo ao enfatizar a tensão entre 

 

 

a)  consciência de si e angústia humana.

 

 

b)  inevitabilidade do destino e incerteza moral.

 

 

c)  tragicidade da personagem e ordem do mundo. 

 

 

d)  racionalidade argumentativa e loucura iminente. 

 

 

e)  dependência paterna e impossibilidade de ação.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Nível Médio  Prova: Primeiro e Segundo Dia  Filosofia Conceitos Filosóficos

 

prancheta

 

 

 


Q25553


 


     Sentimos que toda satisfação de nossos desejos advinda do mundo assemelha-se à esmola que mantém hoje o mendigo vivo, porém prolonga amanhã a sua fome. A resignação, ao contrário, assemelha-se à fortuna herdada: livra o herdeiro para sempre de todas as preocupações.



SCHOPENHAUER, A. Aforismo para a sabedoria da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2005.



O trecho destaca uma ideia remanescente de uma tradição filosófica ocidental, segundo a qual a felicidade se mostra indissociavelmente ligada à



 

a)  consagração de relacionamentos afetivos. 

 

 

b)  administração da independência interior. 

 

 

c)  fugacidade do conhecimento empírico. 

 

 

d)  liberdade de expressão religiosa. 

 

 

e)  busca de prazeres efêmeros. 

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Enem Nível Médio  Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia (2ª Aplicação)  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q15896


 

Fundamos, como afirmam alguns cientistas, o antropoceno: uma nova era geológica com altíssimo poder de destruição, fruto dos últimos séculos que significaram um transtorno perverso do equilíbrio do sistema-Terra. Como enfrentar esta nova situação nunca ocorrida antes de forma globalizada e profunda? Temos pessoalmente trabalhado os paradigmas da sustentabilidade e do cuidado como relação amigável e cooperativa para com a natureza. Queremos, agora, agregar a ética da responsabilidade.

BOFF, L. Responsabilidade coletiva. Disponível em: http://leonardoboff.wordpress.com. Acesso em: 14 maio 2013.

A ética da responsabilidade protagonizada pelo filósofo alemão Hans Jonas e reinvindicada no texto é expressa pela máxima:

 

a)  "A tua ação possa valer como norma para todos os homens." 

 

 

b)  "A norma aceita por todos advenha da ação comunicativa e do discurso." 

 

 

c)  "A tua ação possa produzir a máxima felicidade para a maioria das pessoas." 

 

 

d)  "O teu agir almeje alcançar determinados fins que possam justificar os meios." 

 

 

e)  "O efeito de tuas ações não destrua a possibilidade futura da vida das novas gerações." 

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Enem Nível Médio  Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia (2ª Aplicação)  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q15895


 

Ninguém delibera sobre coisas que não podem ser de outro modo, nem sobre as que lhe é impossível fazer. Por conseguinte, como o conhecimento científico envolve demonstração, mas não há demonstração de coisas cujos primeiros princípios são variáveis (pois todas elas poderiam ser diferentemente), e como é impossível deliberar sobre coisas que são por necessidade, a sabedoria prática não pode ser ciência, nem arte: nem ciência, porque aquilo que se pode fazer é capaz de ser diferentemente, nem arte, porque o agir e o produzir são duas espécies diferentes de coisa. Resta, pois, a alternativa de ser ela uma capacidade verdadeira e raciocinada de agir com respeito às coisas que são boas ou más para o homem.

             ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1980.

Aristóteles considera a ética como pertencente ao campo do saber prático. Nesse sentido, ela difere-se dos outros saberes porque é caracterizada como

 

 

a)  conduta definida pela capacidade racional de escolha. 

 

 

b)  capacidade de escolher de acordo com padrões científicos. 

 

 

c)  conhecimento das coisas importantes para a vida do homem.

 

 

d)  técnica que tem como resultado a produção de boas ações. 

 

 

e)  política estabelecida de acordo com padrões democráticos de deliberação.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Enem Nível Médio  Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia (2ª Aplicação)  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q15894


 

TEXTO I

      Até aqui expus a natureza do homem (cujo orgulho e outras paixões o obrigaram a submeter-se ao governo), juntamente com o grande poder do seu governante, o qual comparei com o Leviatã, tirando essa comparação dos dois últimos versículos do capítulo 41 de Jó, onde Deus, após ter estabelecido o grande poder do Leviatã, lhe chamou Rei dos Soberbos. Não há nada na Terra, disse ele, que se lhe possa comparar.

                                                  HOBBES, T. O Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

TEXTO II

      Eu asseguro, tranquilamente, que o governo civil é a solução adequada para as inconveniências do estado de natureza, que devem certamente ser grandes quando os homens podem ser juízes em causa própria, pois é fácil imaginar que um homem tão injusto a ponto de lesar o irmão dificilmente será justo para condenar a si mesmo pela mesma ofensa.

                  LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo civil . Petrópolis: Vozes, 1994. 

Thomas Hobbes e John Locke, importantes teóricos contratualistas, discutiram aspectos ligados à natureza humana e ao Estado. Thomas Hobbes, diferentemente de John Locke, entende o estado de natureza como um(a)

 

 

a)  condição de guerra de todos contra todos, miséria universal, insegurança e medo da morte violenta.

 

 

b)  organização pré-social e pré-política em que o homem nasce com os direitos naturais: vida, liberdade, igualdade e propriedade.

 

 

c)  capricho típico da menoridade, que deve ser eliminado pela exigência moral, para que o homem possa constituir o Estado civil.

 

 

d)  situação em que os homens nascem como detentores de livre-arbítrio, mas são feridos em sua livre decisão pelo pecado original.

 

 

e)  estado de felicidade, saúde e liberdade que é destruído pela civilização, que perturba as relações sociais e violenta a humanidade.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Enem Nível Médio  Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia (2ª Aplicação)  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q15893


 

Arrependimentos terminais

      Em Antes de partir, uma cuidadora especializada em doentes terminais fala do que eles mais se arrependem na hora de morrer. “Não deveria ter trabalhado tanto”, diz XPGRVSDFLHQWHV ³'HVHMDULDWHU¿FDGRHPFRQWDWRFRP meus amigos”, lembra outro. “Desejaria ter coragem de expressar meus sentimentos.” “Não deveria ter levado a vida baseando-me no que esperavam de mim”, diz um terceiro. Há cem anos ou cinquenta, quem sabe, sem dúvida seriam outros os arrependimentos terminais. “Gostaria de ter sido mais útil à minha pátria.” “Deveria ter sido mais obediente a Deus.” “Gostaria de ter deixado mais patrimônio aos meus descendentes.”

                                                                  COELHO, M. Folha de São Paulo, 2 jan. 2013.

O texto compara hipoteticamente dois padrões morais que divergem por se basearem respectivamente em A satis

 

 

a)  satisfação pessoal e valores tradicionais.

 

 

b)  relativismo cultural e postura ecumênica.

 

 

c)  tranquilidade espiritual e costumes liberais.

 

 

d)  realização profissional e culto à personalidade .

 

 

e)  engajamento político e princípios nacionalistas.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Enem Nível Médio  Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia (2ª Aplicação)  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q15892


 

Pode-se admitir que a experiência passada dá somente uma informação direta e segura sobre determinados objetos em determinados períodos do tempo, dos quais ela teve conhecimento. Todavia, é esta a principal questão sobre a qual gostaria de insistir: por que esta experiência tem de ser estendida a tempos futuros e a outros objetos que, pelo que sabemos, unicamente são similares em aparência. O pão que outrora comi alimentou-me, isto é, um corpo dotado de tais qualidades sensíveis estava, a este tempo, dotado de tais poderes desconhecidos. Mas, segue-se daí que este outro pão deve também alimentar-me como ocorreu na outra vez, e que qualidades sensíveis semelhantes devem sempre ser acompanhadas de poderes ocultos semelhantes? A consequência não parece de nenhum modo necessária.

HUME, D. Investigação acerca do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1995.



O problema descrito no texto tem como consequência a

 

 

a)  universabilidade do conjunto das proposições de observação.

 

 

b)  normatividade das teorias científicas que se valem da experiência.

 

 

c)  dificuldade de se fundamentar as leis científicas em bases empíricas.

 

 

d)  inviabilidade de se considerar a experiência na construção da ciência.

 

 

e)  correspondência entre afirmações singulares e afirmações universais.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

Ano: 2016 INEP    Enem Nível Médio  Prova: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia (2ª Aplicação)  Filosofia

 

prancheta

 

 

 


Q15891


 

Os andróginos tentaram escalar o céu para combater os deuses. No entanto, os deuses em um primeiro momento pensam em matá-los de forma sumária. Depois decidem puni-los da forma mais cruel: dividem-nos em dois. Por exemplo, é como se pegássemos um ovo cozido e, com uma linha, dividíssemos ao meio. Desta forma, até hoje as metades separadas buscam reunir-se. Cada um com saudade de sua metade, tenta juntar-se novamente a ela, abraçando-se, enlaçando-se um ao outro, desejando formar um único ser.

                                                     PLATÃO. O banquete. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

No trecho da obra O banquete, Platão explicita, por meio de uma alegoria, o

 

 

a)  bem supremo como fim do homem.

 

 

b)  prazer perene como fundamento da felicidade.

 

 

c)  ideal inteligível como transcendência desejada.

 

 

d)  amor como falta constituinte do ser humano.

 

 

e)  autoconhecimento como caminho da verdade.

 

 

resolver    |     Comente a questão

 

 

 

 

 

Compartilhe:» #spsconcursos.com - sem inscrição, sem cadastro e grátis

 

 

 

 

 

» Deseja alguma disciplina específica - escreva-nos!

 

» Se souber o resultado - resolva a questão (clique em comentários) - isso o ajudará a fixar melhor o assunto. A comunidade concurseira agradece!

 

 

»Veja outras Questões

 

 

 

 

Treinamento de Soldado PM SP

»Conhença as organizadoras de concursos

 

 

 

 

treinamento com questões de raciocínio lógico