Apostilas para concursos 2017

34.968 Questões

12.263 vagas em concursos

 

 

Sexta-Feira, 24 de Novembro de 2017.

IDIB | Níveis Fundamental, Médio e Superior de Escolaridade

» Prefeitura de Senador Sá (CE) abre concurso para 79 vagas

 

RBO | Níveis Fundamental, Médio e Superior

» Prefeitura de Pedro De Toledo (SP) abre concurso para 37 vagas

SC Concursos | Níveis Fundamental, Médio e Superior

» Prefeitura de Vista Gaúcha (RS) abre concurso para 29 vagas

FUNVAPI | Níveis Fundamental, Médio e Superior

» Prefeitura de Jurema (PE) abre concurso para 116 vagas

 

Concursos da Vunesp

IADES | Níveis Médio e Superior| Salários de até R$ 4.903,05

» Correios abrem concurso para 88 vagas

 

Material de estudo para concursos FCC

 

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Apostila FCC para Defensoria Pública do Amazonas (DPE AM)

 

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Concurso DPE-AM 2017-ASSISTENTE TÉCNICO ADMINISTRATIVO
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Apostila FCC para Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5)

 

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Concurso TRF 5ª Região 2017-TÉCNICO JUDICIÁRIO - ÁREA ADMINISTRATIVA-ANALISTA JUDICIÁRIO - ÁREA ADMINISTRATIVA
Concurso TRF 5ª Região 2017
TÉCNICO JUDICIÁRIO - ÁREA ADMINISTRATIVA
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Apostila FCC para Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado do Maranhão (Procon MA)

 

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Concurso PROCON MA 2017-FISCAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR
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Questões Fundação Carlos Chagas - FCC de Direito Penal 2017

 

 

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Questões da FCC para Praticar

 

 

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“Tudo que alarga a esfera dos poderes humanos, que mostra ao homem que ele pode fazer o que pensa que não pode, é valioso.”

Ben Johnson

     

     

  • Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE SP)
  •  

    Ano: 2017 FCC   Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE SP)   Nível Superior   Direito Penal

     

     

     

       


      Q16972


      Moisés respondeu processo por crime de corrupção ativa cometido no dia 30 de Setembro de 2010, quando tinha 66 anos de idade. A denúncia oferecida pelo Ministério Público em 16 de Outubro de 2014 é recebida pelo Magistrado competente no dia 18 de Outubro do mesmo ano de 2014. O processo tramita regularmente e Moisés é condenado a cumprir pena de 2 anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, e ao pagamento de 10 dias-multa por sentença proferida em 25 de Abril de 2016 e publicada no dia 27 do mesmo mês e ano. Não houve interposição de recurso pelas partes e é certificado o trânsito em julgado. No caso hipotético apresentado, a prescrição da pretensão punitiva estatal regula-se pela pena aplicada ao réu Moisés e verifica-se em 


        a)  02 anos, devendo ser extinta a punibilidade do réu diante do decurso deste prazo entre a data do crime e do recebimento da denúncia. 

       


         b)  04 anos, devendo ser extinta a punibilidade do réu diante do decurso deste prazo entre a data do crime e do recebimento da denúncia. 

       


         c)  01 ano e 06 meses, devendo ser extinta a punibilidade do réu diante do decurso deste prazo entre a data do crime e do recebimento da denúncia e entre a data do recebimento da denúncia e da publicação da sentença. 

       


         d)  03 anos, devendo ser extinta a punibilidade do réu diante do decurso deste prazo entre a data do crime e do recebimento da denúncia. 

       


         e)  02 anos e o réu deverá cumprir integralmente a sua pena, não sendo o caso de extinção da sua punibilidade.

       

       

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Ano: 2017 FCC   Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE SP)   Nível Superior   Direito Penal

 

 

 

     


    Q16973


    Ricardo reside na cidade de São Paulo e acaba testemunhando, da janela de sua residência, o furto de um veículo que estava estacionado na via pública, defronte ao seu imóvel, praticado por dois agentes. Para se vingar do seu desafeto e vizinho Rodolfo e sabendo de sua inocência, Ricardo apresenta uma denúncia anônima à Polícia noticiando que Rodolfo foi um dos autores do referido crime de furto. A autoridade policial determina a instauração de inquérito policial para apuração da autoria delitiva em relação a Rodolfo. Nesse caso hipotético, Ricardo cometeu crime de 


      a)  denunciação caluniosa, com pena prevista de reclusão de dois a oito anos e multa, aumentada de sexta parte, pois serviu-se de anonimato.

     


       b)  comunicação falsa de crime, com pena prevista de detenção de um a seis meses ou multa, aumentada de sexta parte, pois serviu-se de anonimato. 

     


       c)  denunciação caluniosa, com pena prevista de reclusão de dois a oito anos e multa, sem qualquer majoração. 

     


       d)  comunicação falsa de crime, com pena prevista de detenção de um a seis meses ou multa sem qualquer majoração. 

     


       e)  falso testemunho.

     

     

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Ano: 2017 FCC   Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE SP)   Nível Superior   Direito Penal Prescrição da pretensão punitiva pela pena em concreto, Causas de extinção da punibilidade

 

 

 

     


    Q18982


    Paulo, quando tinha 20 anos de idade, após ser abordado em uma blitz da polícia rodoviária federal na Rodovia Presidente Dutra, no dia 1º de Junho de 2010, oferece R$ 1.000,00, em dinheiro, para o policial responsável pela abordagem para não ser autuado por excesso de velocidade. Paulo é conduzido ao Distrito Policial, preso em flagrante, e acaba beneficiado pela Justiça sendo colocado em liberdade após pagamento de fiança. Encerrado o inquérito Policial, a denúncia em desfavor de Paulo, pelo crime de corrupção ativa, é recebida no dia 15 de Julho de 2014. O processo tramita regularmente e Paulo é condenado a cumprir pena de 2 anos de reclusão, em regime inicial aberto, por sentença publicada em 14 de Agosto de 2016. A sentença transita em julgado. Ricardo, advogado de Paulo, postula ao Magistrado competente para a execução da sentença o reconhecimento da prescrição. Neste caso, de acordo com o Código Penal, a prescrição da pretensão punitiva estatal ocorre em


      a)  8 anos e a pena cominada ao réu, Paulo, não está prescrita, cabendo a ele cumprir regularmente sua pena.

     


       b)  4 anos e a pena cominada ao réu, Paulo, não está prescrita, cabendo a ele cumprir regularmente sua pena.

     


       c)  3 anos e a pena cominada ao réu, Paulo, está prescrita em decorrência do decurso do prazo superior a 3 anos entre a data do crime e do recebimento da denúncia.

     


       d)  4 anos e a pena cominada ao réu, Paulo, está prescrita em decorrência do decurso do prazo entre a data do crime e do recebimento da denúncia.

     


       e)  2 anos e a pena cominada ao réu, Paulo, está prescrita em decorrência do decurso do prazo entre a data do recebimento da denúncia e a publicação da sentença condenatória.

     

     

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Ano: 2017 FCC   Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE SP)   Nível Superior   Direito Penal Peculato, Crimes contra a administração pública

 

 

 

     


    Q18983


    Maurício, funcionário do gabinete do Vereador Tício em um determinado município paulista, ocupante de cargo em comissão, recebe a quantia em dinheiro público de R$ 2.000,00 para custear uma viagem na qual representaria o Vereador Tício em um encontro nacional marcado para a cidade de Brasília. Contudo, Maurício se apropria do numerário e não comparece ao compromisso oficial, viajando para o Estado de Mato Grosso do Sul com a família, passando alguns dias em um hotel na cidade de Bonito. Maurício cometeu, no caso hipotético apresentado, crime de


      a)  corrupção passiva, sujeito à pena de reclusão de dois a doze anos, e multa, aumentada da terça parte por ser ocupante de cargo em comissão.

     


       b)  corrupção passiva, sujeito à pena de reclusão de dois a doze anos, e multa, sem qualquer majoração.

     


       c)  peculato, sujeito à pena de reclusão de dois a doze anos, e multa, sem qualquer majoração.

     


       d)  peculato, sujeito à pena de reclusão de dois a doze anos, e multa, aumentada da terça parte por ser ocupante de cargo em comissão.

     


       e)  prevaricação, sujeito à pena de detenção de 3 meses a 1 ano.

     

     

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Ano: 2017 FCC   Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE SP)   Nível Superior   Direito Penal Falsidade de documento público, Crimes contra a fé pública

 

 

 

     


    Q18984


    À luz do Código Penal, sobre a falsidade documental nos crimes contra a fé pública,


      a)  a falsificação de um documento emanado de sociedade de economia mista federal caracteriza o crime de falsificação de documento público.

     


       b)  equipara-se a documento público para caracterização do crime de falsificação de documento público o cartão de crédito ou débito.

     


       c)  se o autor do crime de falsificação de selo ou sinal público é funcionário público e comete o crime prevalecendo-se do cargo, a pena é aumentada de um terço.

     


       d)  aquele que faz inserir na Carteira de Trabalho e Previdência Social do empregado declaração falsa ou diversa da que deveria ter constado estará sujeito às penas cominadas ao crime de falsidade ideológica.

     


       e)  o médico que dá, no exercício de sua função, atestado falso com o fim lucrativo estará sujeito à pena privativa de liberdade cominada ao delito de falsidade de atestado médico aumentada de metade.

     

     

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Ano: 2017 FCC   Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE SP)   Nível Superior   Direito Penal Falso testemunho ou falsa perícia, Crimes contra a administração pública

 

 

 

     


    Q18985


    O Delegado de Polícia de um determinado município paulista recebe a notícia de um crime de roubo que vitimou Alfredo, que teve seu veículo subtraído por um agente mediante grave ameaça, com emprego de arma de fogo. Durante o trâmite do Inquérito Policial apura-se que Joaquim foi o autor do crime, o qual tem a sua prisão preventiva decretada. Ainda na fase policial Fabíola, a pedido de Joaquim, comparece na Delegacia de Polícia para prestar depoimento e alega que Joaquim, seu amigo, estava em sua companhia no momento do crime. Encerrado o Inquérito Policial o Ministério Público denuncia Joaquim pelo crime de roubo, denúncia esta recebida pelo Magistrado competente. Fabíola não é encontrada para prestar depoimento em juízo sob o crivo do contraditório, mesmo arrolada pela Defesa de Joaquim. Ao final do processo Joaquim é condenado pelo crime de roubo em primeira instância e, posteriormente, é instaurada ação penal contra Fabíola por crime de falso testemunho. Durante o trâmite do recurso interposto por Joaquim contra a sentença que o condenou por crime de roubo, e da ação penal instaurada por falso testemunho contra Fabíola, esta resolve se retratar, afirmando que Joaquim não estava com ela no dia do crime. No caso hipotético apresentado, na esteira do Código Penal, Fabíola


      a)  não cometeu crime de falso testemunho, pois prestou depoimento falso apenas durante o trâmite do Inquérito Policial.

     


       b)  será regularmente processada pelo crime de falso testemunho e estará sujeita à pena cominada ao delito, sem qualquer causa de redução de pena.

     


       c)  não poderá ser punida por crime de falso testemunho, pois se retratou antes da sentença proferida nos autos da ação penal instaurada por falto testemunho.

     


       d)  será regularmente processada pelo crime de falso testemunho e estará sujeita à pena cominada ao delito no Código Penal, reduzida de 1/3.

     


       e)  será regularmente processada pelo crime de falso testemunho e estará sujeita à pena cominada ao delito no Código Penal, reduzida de 1/6.

     

     

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  • Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE PR)
  •  

    Ano: 2017 FCC   Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE PR)   Nível Superior   Direito Penal

     

     

     

       


      Q20775


      Consideram-se causas supralegais de exclusão da antijuridicidade: 


        a)  O consentimento do ofendido, nas hipóteses em que não integrar a descrição típica, e a inexigibilidade de conduta diversa. 

       


         b)  A coação moral irresistível e a adequação social, ambas afastando a tipicidade. 

       


         c)  A inimputabilidade e o exercício regular de direito, afastando a ilicitude e culpabilidade, respectivamente. 

       


         d)  A coação física irresistível e as discriminantes putativas. 

       


         e)  A insignificância da conduta e o erro sobre a ilicitude do fato, ambas afastando a culpabilidade. 

       

       

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